Nosso corpo trabalha sem parar, mesmo quando estamos dormindo. Isso é possível graças à ação do sistema imunológico, responsável por proteger órgãos e células para que cumpram suas funções corretamente. Em alguns casos, por motivos que variam, esse sistema passa a defender o organismo de agentes considerados inofensivos. Nessas situações, a pessoa fica suscetível a desenvolver diferentes tipos de alergia.

O problema, também conhecido como reação de hipersensibilidade, é bastante comum e pode atingir desde crianças até idosos. Inclusive, estudos recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmam que quase 40% da população apresenta alguma forma de alergia. O número alto alerta sobre a importância de conhecer os sintomas e os riscos para quem sofre com a condição.

Pensando na relevância desse tema, elaborei um artigo com as principais informações sobre as alergias, as doenças relacionadas e as formas de tratamento. Que tal conferir para ficar por dentro do assunto e, de quebra, obter dicas específicas de cuidados com a saúde? Faça uma boa leitura!

O que são e como surgem as alergias?

Uma reação de hipersensibilidade é a resposta exagerada do sistema imunológico após o contato com determinada substância. Nessas situações, os conjuntos de anticorpos, leucócitos, mastócitos e proteínas são ativados como forma de proteção.

É normal que o corpo se defenda de agentes possivelmente nocivos, como os vírus e as bactérias. Acontece que o organismo de alguns indivíduos apresenta sensibilidade anormal quando exposto a componentes inofensivos, que podem ser alimentos, poeira e outros materiais. Assim, uma pessoa alérgica é aquela que reage a determinado estímulo considerado normal (e nada perigoso) para os outros.

Existem vários tipos de alergia e cada um deles tende a surgir em condições específicas. A gravidade varia e causa desde pequenas irritações até anafilaxia — reação aguda que começa subitamente, podendo resultar em inconsciência ou se tornar fatal se não for tratada a tempo.

Causas

A reação de hipersensibilidade pode ser causada por vários fatores que geram a liberação de histamina no organismo e, consequentemente, diversos sintomas desagradáveis. Ainda que a herança genética seja a base para uma pessoa apresentar uma alergia, o problema só ocorrerá com a exposição a fatores ambientais.

Entre os agentes que mais costumam provocar reações alérgicas estão: pólen, pelos ou saliva de animais, ácaros, mofo, alimentos, picadas de insetos, medicamentos e compostos como o látex. Assim, um indivíduo com rinite, por exemplo, pode ter alergia a ácaros. Já uma pessoa alérgica ao leite tende a apresentar diarreia, inchaço nos lábios e outros sinais desconfortáveis ao ingerir o alimento.

Fatores de risco

É possível desenvolver uma reação alérgica em qualquer idade, mas um indivíduo se torna mais propenso se tiver histórico familiar de asma ou de alergias como rinite e urticária. A condição também costuma atingir pessoas que sofrem de asma.

As reações em contato com certos alimentos são bastante comuns em crianças, assim como as alergias de pele. A incidência é maior entre o público infantil justamente porque os pequenos ainda não contam com um sistema imunológico totalmente desenvolvido para proteger o corpo.

Fatores como poluição, fumo, mudança brusca de temperatura, hormônios e situações que baixam a imunidade — contrair uma doença durante a gravidez, por exemplo — também podem contribuir para o desenvolvimento de alergias.

Quais são os principais tipos de alergia?

As alergias podem atingir diversas partes do corpo. São condições que afetam desde as vias aéreas (passagens e seios nasais) até a pele e o sistema digestivo. Por esse motivo, devem ser controladas para que não comprometam a qualidade de vida de adultos e de crianças.

É possível que uma pessoa seja alérgica a apenas uma ou a várias substâncias. Confira, a seguir, os tipos mais comuns de alergias e os sintomas envolvidos.

Alergia alimentar

Muitas reações adversas aos alimentos são de origem não alérgica. Assim, a pessoa pode passar mal apenas porque ingeriu preparos contaminados com toxinas bacterianas, responsáveis por causar diarreia ou vômito.

Também há uma condição conhecida como intolerância alimentar, que é quando a pessoa tem deficiência de alguma enzima responsável por digerir determinados alimentos. Nesses casos, as reações não são graves e os desconfortos variam conforme a quantidade consumida.

Quando o problema é realmente uma alergia, o organismo gera uma resposta imunológica logo depois da refeição, independentemente do volume ingerido. Ao entrar em contato com o ingrediente que causa a reação, o corpo o trata como um agente agressor que precisa ser combatido.

Vários alimentos são potenciais causadores de alergia alimentar, sendo que os mais comuns incluem amendoim, nozes, castanhas, trigo, leite, peixes, ovos, soja e frutos do mar — especialmente o camarão. A pessoa que tiver reações a alguns desses produtos pode apresentar os seguintes sinais:

  • vômito;
  • diarreia;
  • urticária;
  • dermatite atópica;
  • angioedema;
  • tosse;
  • erupções cutâneas;
  • inchaço nos lábios, na face, na língua e na garganta.

Alergia medicamentosa

Alguns remédios também podem causar reações alérgicas. Os mais comuns são os medicamentos como a aspirina e os antibióticos à base de penicilina. Nesses casos, o paciente pode apresentar coriza, dor de cabeça, comichão na pele, chiado no peito, urticária e edema facial.

A pessoa que apresentar esses sintomas ao ingerir remédios deve anotar o nome do produto e, principalmente, da fórmula. Isso porque algumas substâncias são empregadas em diversos medicamentos e podem surgir com nomes diferentes na bula. Em todo o caso, vale informar aos médicos e farmacêuticos sobre a existência de uma alergia para que indiquem um fármaco adequado.

Alergia respiratória

Nessa categoria entram as doenças inflamatórias crônicas que acometem as vias respiratórias. São as mais difíceis de diagnosticar porque muitos de seus sintomas são confundidos com os de uma gripe ou resfriado. Como exemplo de alergia respiratória, posso citar a asma e a rinite.

A asma se caracteriza como uma inflamação dos pulmões e é desencadeada por exposição a alérgenos inalantes como poeira, fungos e ácaros. Também pode surgir com a presença de odores fortes, mudanças de temperatura e excesso de exercício físico. Os sintomas mais comuns incluem cansaço, chiado e aperto no peito, tosse forte e falta de ar.

A rinite também surge em contato com poeira e outras substâncias irritantes. Nesse caso, os principais sintomas são espirros constantes, congestão nasal e olhos lacrimejantes, inchados ou vermelhos. Se essa doença não for tratada, pode evoluir para uma sinusite — acúmulo de muco e infecção nos seios paranasais.

Alergia dermatológica

É um dos tipos de alergia mais comuns e geralmente atinge indivíduos com tendências hereditárias. Pode se manifestar na forma de diferentes doenças de pele, como:

  • dermatite atópica — surge após o contato com alérgenos, resultando em lesões crônicas que deixam a pele seca e causam coceira;
  • dermatite de contato — ocorre após exposição a produtos como detergentes, esmaltes e água sanitária; também resulta em lesões na área atingida;
  • urticária — é desencadeada por uma série de agentes e, em alguns casos, pode ser idiopática (causa não detectada); causa lesões em forma de placas avermelhadas que causam coceira intensa de longa duração;
  • angioedema — o edema de tecidos subcutâneos atinge as camadas mais profundas da pele em regiões como face, lábios, pálpebras, pés, mãos e genitais.

Alergia ao látex

Essa reação acontece sempre que a pessoa tem contato com objetos derivados de borrachas naturais. O problema está em algumas proteínas presentes no látex que, quando colocadas sobre a pele de alguns indivíduos, podem causar vermelhidão, erupções, coceira, inchaço e irritação na garganta.

Alergia a animais

Os pets que convivem diariamente com as pessoas também podem contribuir para o surgimento de alergias. Nesses casos, o problema está no pelo e na saliva dos bichos de estimação, principalmente dos gatos. Ao entrar em contato com esses materiais, a pessoa pode apresentar:

  • espirros;
  • tosse;
  • irritação nos olhos;
  • congestão nasal;
  • dificuldade para respirar;
  • erupções cutâneas ou urticária.

Alergia a insetos

Esse tipo de alergia é conhecido como estrófulo e se caracteriza pela resposta gerada após picadas de abelhas, vespas, pulgas, pernilongos e outros insetos. Os sintomas surgem logo após o contato e incluem coceira com inchaço na região afetada, tosse, falta de ar, aperto ou chiado no peito.

Alergia ocular

Também chamada de conjuntivite alérgica, é causada por agentes como pólen, fumaça de cigarro e até perfume. Da mesma forma que muitas doenças dos olhos, esse tipo de reação gera sintomas irritantes como lacrimejamento, coceira e vermelhidão. Também pode fazer com que as pálpebras fiquem inchadas.

Alergia ao pólen

É um tipo de alergia sazonal, ou seja, afeta as pessoas em determinadas épocas do ano. Geralmente, surge no outono e na primavera, quando a quantidade de pólen no ar é mais alta. Pessoas que têm reações em contato com essa substância costumam sofrer com tosse, espirros constantes, olhos lacrimejantes, irritação na garganta e nariz entupido.

Em quais sintomas você precisa estar atento?

Como dito, uma reação alérgica pode ser facilmente confundida com um quadro de resfriado. Uma maneira de diferenciar ambas situações é prestar atenção aos sinais enviados pelo corpo e, principalmente, à duração dos sintomas.

Uma gripe ou resfriado costuma desaparecer em poucos dias, enquanto uma alergia crônica (como sinusite) pode persistir por semanas ou meses. Além disso, se determinados desconfortos estiverem associados a hábitos específicos, vale considerar a possibilidade de haver uma alergia.

É importante conhecer seu próprio corpo e, caso desconfiar de algum problema, consultar o médico o quanto antes para procurar a abordagem mais adequada. Lembre-se de que apenas um profissional é capaz de identificar os tipos de alergia e recomendar opções seguras e eficientes de tratamento.

Diferentemente das reações isoladas, geralmente causadas por machucados, arranhões ou queimaduras, uma resposta imune a um agente considerado agressivo pode levar a problemas graves. Portanto, todo cuidado é pouco se existir a suspeita de uma alergia.

Como é feito o diagnóstico?

Há várias formas de diagnosticar a existência de uma alergia. Nesses casos, o clínico geral costuma orientar o paciente para que se consulte com um alergologista ou imunologista. Todo o processo começa com uma análise dos sintomas e a realização de alguns testes.

Entre as possibilidades estão:

  • radiografia e tomografia para realizar diagnóstico por imagem;
  • dietas de eliminação para verificar quais alimentos causam reações;
  • testes de provocação;
  • testes cutâneos (exposição da pele a pequenas quantidades de alérgenos) de leitura imediata e de contato;
  • exames laboratoriais para a dosagem de IgE total e IgE específica no sangue.

Algumas ações podem contribuir para o sucesso da consulta e para a eficácia do diagnóstico. Se possível, o paciente deve levar uma lista contendo detalhes relacionados aos incômodos, o momento em que surgiram e o tempo de duração de cada crise.

Também é importante informar ao médico sobre a existência de histórico de asma ou de outros problemas na família, além de não ter ingerido medicamentos capazes de interferir nos resultados dos exames, a exemplo dos anti-histamínicos.

É possível prevenir uma alergia?

Os cuidados preventivos variam de acordo com o tipo de alergia. Considerando que os alérgenos causam reações quando caem sobre os olhos ou a pele, quando são ingeridos, inalados ou injetados, é importante evitar ao máximo o contato com essas substâncias.

Para as crianças, a alimentação exclusiva com aleitamento materno nos primeiros meses pode surtir bons efeitos na prevenção de alergias. No caso de pessoas que já desenvolveram alguma reação alérgica, o ideal é seguir práticas que ajudem a evitar crises. Listei algumas delas abaixo.

Manter um diário

É importante registrar sensações que variam daquelas consideradas normais. Se você tem percebido que determinadas substâncias fazem mal ou proporcionam desconfortos cada vez maiores, vale anotá-las em um caderno, como se fosse um diário.

Isso vale para qualquer agente suspeito: um alimento que causa dores no estômago, um medicamento que potencializa a dor de cabeça, uma picada de mosquito que não cicatriza, entre outras situações. Aos poucos, será fácil associar um componente ao problema ou até descartar a possibilidade de uma alergia.

Ficar longe de gatilhos

Essa dica é bem óbvia, mas precisa ser lembrada. Se você sente que determinado ambiente incomoda o organismo ou que a presença de fumaça surte efeitos indesejados no sistema imunológico, passe longe. Pessoas com alergia ao pólen, por exemplo, devem evitar caminhadas ao ar livre em áreas arborizadas ou com muitos canteiros floridos.

Indivíduos que espirram em contato com qualquer quantidade de poeira, por outro lado, precisam caprichar na higienização dos cômodos, das próprias vestimentas e das roupas de cama. Boas ações incluem lavar tecidos com frequência, escovar os pelos dos pets, trocar travesseiros uma vez ao ano e manter a casa ventilada.

Usar uma pulseira com alerta

Pessoas que já tiveram reações alérgicas graves podem fazer uso de uma pulseira especial. O equipamento permite acionar um alerta em caso de ingestão ou contato com uma substância perigosa. Nesses casos, é comum que o indivíduo tenha dificuldades para se comunicar, especialmente se estiver prestes a sofrer de anafilaxia.

Uma emergência como essa exige ação rápida. Logo, com o uso da pulseira, as pessoas em volta podem entender o pedido de ajuda e acionar uma equipe médica rapidamente. Trata-se de uma solução simples, mas capaz de evitar problemas e até de salvar vidas.

Existem tratamentos para os tipos de alergia?

Não há cura para a maioria das alergias, ou seja, uma vez que a pessoa desenvolve a condição, precisa aprender a conviver com ela para o resto da vida. Ainda assim, existem diversos tratamentos disponíveis para prevenir crises graves e amenizar os sintomas.

Dependendo do caso, o médico poderá sugerir medicamentos sob forma de pílulas, sprays nasais, colírios, cremes, líquidos, comprimidos ou pomadas. Também há a possibilidade de aliar os remédios a soluções caseiras, desde que indicadas por um especialista — irrigações com água e sal para aliviar coriza no nariz, por exemplo.

Confira agora as principais abordagens para tratar alergias.

Medicamentos

Anti-histamínicos orais ajudam a diminuir a reação do sistema imunológico ao agente alérgeno, fazendo com que os sintomas fiquem mais leves. Outros medicamentos eficientes são os corticoides sistêmicos, intranasais, pulmonares ou cutâneos.

Imunoterapia

Trata-se de uma terapia que consiste em estimular o sistema imunológico do paciente para que se acostume com o alérgeno e, aos poucos, deixe de reconhecê-lo como um agente estranho. O método envolve aplicações de injeções contendo um pouco da substância alergênica, em concentrações e frequências específicas.

Epinefrina

Quem sofre de uma alergia grave podem ter acesso à aplicação de adrenalina (epinefrina). A injeção é obtida sob prescrição médica e deve ser usada apenas em casos emergenciais, ou seja, quando a pessoa perceber que teve contato com um agente perigoso para seu organismo. Nessas situações, a epinefrina consegue diminuir boa parte dos sintomas até que o indivíduo possa chegar a uma clínica ou hospital para receber o atendimento.

Como conviver com o problema?

Nem sempre será possível evitar o contato com algum componente alergênico. Por isso, é importante estar preparado para lidar com os diversos tipos de alergia. Tomando os devidos cuidados em diferentes espaços, é possível conviver bem com a condição e desfrutar de uma vida mais feliz.

Veja algumas estratégias eficientes para evitar preocupações.

Em casa

Mantenha o lar limpo e organizado para evitar a presença de poeira e outras substâncias irritantes. Você pode adotar atitudes simples, como:

  • lavar revestimentos com soluções antimofo;
  • trocar a roupa de cama semanalmente;
  • usar máscara e luva ao aspirar ou tirar o pó;
  • evitar tapetes grossos que acumulem resíduos;
  • instalar um exaustor para absorver vapores de cozimento;
  • não deixar que as pessoas fumem dentro de casa;
  • evitar elementos aromáticos ou com muito perfume;
  • proibir animais de estimação nas camas e sofás;
  • utilizar desumidificadores para prevenir o crescimento do mofo.

Ao ar livre ou em espaços desconhecidos

Sair de casa pode ser um desafio para quem tem alergias. Seja em um passeio no bairro mais próximo ou em uma viagem de longa distância, vale a pena adotar alguns cuidados:

  • evitar parques e áreas com muitas árvores;
  • tomar banho, lavar os cabelos e trocar de roupa assim que entrar em um recinto — a prática elimina o pólen e demais resíduos que possam ter grudado no corpo;
  • utilizar repelentes, camisetas de manga comprida e calçados fechados para se proteger da picada de insetos;
  • levar o kit injetor de adrenalina para se prevenir em caso de emergência;
  • dormir com travesseiros sem penas (caso precise pernoitar em um hotel).

Em estabelecimentos

Espaços fechados podem se tornar incômodos em algumas situações. Quem tem rinite, por exemplo, deve evitar saunas e piscinas de academias, visto que são lugares úmidos e compartilhados por muitas pessoas.

Por outro lado, uma pessoa com alergia a alimentos específicos precisa se informar antes de fazer um pedido em um restaurante. Nesses casos, é fundamental perguntar ao nutricionista ou cozinheiro responsável sobre o modo de preparo e os ingredientes que compõem as receitas do cardápio.

Quando você deve procurar um médico?

Cada pessoa conhece seu corpo e facilmente percebe quando algo não está bem. Se você não tem o costume de prestar atenção aos sinais enviados ou simplesmente ignora eventuais desconfortos, precisa rever tais atitudes.

Muitas doenças podem ser evitadas e controladas quando nos preocupamos com o bem-estar geral do corpo e da mente. Portanto, se você suspeita que certos sintomas têm relação com determinados tipos de alergia, não espere para fazer uma consulta com um médico de confiança.

Uma pessoa que percebeu o surgimento de lesões na pele provavelmente fará seu atendimento com um dermatologista. Se o profissional perceber que o problema tem a ver com uma reação alérgica, poderá encaminhar o paciente para que realize exames específicos.

Mesmo quem já teve uma alergia diagnosticada deve se preocupar em fazer consultas frequentes. Com a garantia do acompanhamento médico, é possível evitar crises mais graves e obter orientações que ajudem a controlar os sintomas — trocar um medicamento que não tem mais efeito, testar uma nova terapia etc.

Em todo o caso, procure agendar um atendimento com especialistas sempre que sentir algo diferente ou que possa acarretar perigos. Dessa forma, terá acesso ao tratamento mais adequado e estará cuidando daquilo que mais importa: sua própria vida.

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